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Dinheiro pulverizado

Quatro são presos em MT em operação que investiga golpe de R$ 1,2 milhão contra lotérica no RS

Quatro pessoas foram presas em Barra do Garças, nesta quinta-feira (5), durante a Operação Fortuna Reversa, que investiga uma fraude eletrônica contra uma casa lotérica de Itaara, no

Crédito: Reprodução
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Quatro pessoas foram presas em Barra do Garças, nesta quinta-feira (5), durante a Operação Fortuna Reversa, que investiga uma fraude eletrônica contra uma casa lotérica de Itaara, no Rio Grande do Sul. O golpe ocorreu em 2025 e provocou um prejuízo superior a R$ 1,2 milhão, segundo informações divulgadas sobre a investigação.

Em Mato Grosso, foram cumpridas oito ordens judiciais por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e da 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças. Os quatro detidos são investigados por suspeita de participação na movimentação dos valores desviados, que teriam passado por contas bancárias de terceiros.

As apurações identificaram uma estratégia de dispersão do dinheiro para dificultar o rastreamento dos recursos e a identificação dos beneficiários. Conforme as informações da Polícia Civil mato-grossense, os valores foram transferidos para contas de outras 43 pessoas, recrutadas em diferentes estados brasileiros. A investigação busca esclarecer qual foi a participação de cada uma na movimentação financeira.

O caso começou após uma fraude contra uma lotérica de Itaara, que havia sido inaugurada cerca de 15 dias antes. Segundo informações da investigação no Rio Grande do Sul, os suspeitos teriam clonado o número de telefone do proprietário e se passado por ele para enganar uma funcionária. A vítima foi induzida a realizar transferências bancárias sob a justificativa de que o dinheiro seria destinado ao pagamento de um cliente, cujo número também teria sido clonado.

A Operação Fortuna Reversa é coordenada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da investigação conduzida em Itaara, e conta com a participação de forças policiais de diferentes estados. O trabalho busca identificar todos os envolvidos, esclarecer o caminho percorrido pelo dinheiro e apurar possíveis crimes de fraude eletrônica e lavagem de recursos.

As investigações continuam, e a Polícia Civil trabalha para individualizar a responsabilidade dos suspeitos e aprofundar a apuração sobre a rede de contas utilizada no esquema.

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Fonte: Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT), Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) e Polícia Civil de Itaara.

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