Uma briga entre duas mulheres terminou em agressões físicas e provocou correria nos corredores da Câmara Municipal de Várzea Grande, na manhã desta terça-feira (3). A confusão aconteceu por volta das 11h50, logo após o encerramento da sessão legislativa, e mobilizou agentes da Guarda Municipal que faziam a segurança do prédio. Durante o desentendimento, uma das envolvidas teve parte do cabelo arrancada.
Conforme o boletim de ocorrência, os guardas ouviram gritos vindos de um dos corredores e encontraram duas mulheres em luta corporal, caídas no chão. Servidores que estavam no local precisaram intervir para separar as envolvidas. Uma delas é funcionária da Câmara, enquanto a outra estava no prédio como visitante. A irmã da visitante, que também trabalha no Legislativo, foi incluída na ocorrência.
Após a confusão, a visitante e a irmã deixaram o prédio e seguiram até um ponto de ônibus em frente à Prefeitura. Os guardas municipais acompanharam as duas e pediram que aguardassem a chegada de uma viatura para o registro do caso.
Durante o atendimento, as três mulheres apresentaram versões diferentes sobre o que aconteceu e entregaram objetos que, segundo elas, poderiam comprovar as agressões. A visitante e a irmã apresentaram um brinco dourado e duas tarraxas, que afirmaram ter sido arrancados durante o conflito. Já a servidora envolvida na briga entregou aos guardas um tufo de cabelos pretos, que teria sido arrancado durante a luta corporal, além de um par de óculos escuros pertencente à outra mulher.
O boletim também aponta que o desentendimento pode ter relação com conflitos anteriores. As duas irmãs relataram que já haviam registrado um episódio envolvendo a servidora no dia 28 de outubro. Por outro lado, a funcionária afirmou que também havia registrado uma ocorrência contra a irmã da visitante na mesma data, sob o número 2026.365197.
As três mulheres foram encaminhadas à Central de Flagrantes, no bairro Cristo Rei, para as providências cabíveis. Duas pessoas que presenciaram a confusão se apresentaram voluntariamente como testemunhas. O registro policial não informa se alguma das envolvidas precisou de atendimento médico nem aponta a realização de prisão. O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias das agressões.
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