Caiu no bar e não voltou

Um homem de 61 anos, identificado como Agdo Avelino da Silva, morreu após passar mal e sofrer uma parada cardiorrespiratória na tarde desta segunda-feira (31), no bairro Vila Nova, em Cáceres, a cerca de 220 quilômetros de Cuiabá.
O caso aconteceu por volta das 15h30, na região da Avenida das Camélias. Agdo foi encontrado caído e em estado grave, após apresentar sinais de mal-estar.
Segundo informações colhidas no local, o homem havia apresentado episódios de vômito e chegado a desmaiar antes de perder os sentidos.
Testemunhas também relataram que Agdo teria sido visto consumindo bebidas alcoólicas nas proximidades de um estabelecimento comercial durante aproximadamente três dias. A informação, entretanto, é baseada exclusivamente nos relatos de pessoas que estavam na região e ainda não estabelece que o consumo de álcool tenha provocado a morte.
Uma equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento pelo bairro quando foi abordada por moradores que informaram sobre um homem caído ao chão.
Os policiais foram até o local e acionaram o Corpo de Bombeiros Militar por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública.
Quando os bombeiros chegaram, realizaram os procedimentos de atendimento à vítima, mas Agdo não resistiu.
A morte foi constatada ainda no local.
Familiares foram orientados sobre os procedimentos necessários, e a ocorrência foi encaminhada às autoridades competentes.
O episódio aconteceu durante um período de temperaturas elevadas em Cáceres.
Na segunda-feira (31), os termômetros chegaram a aproximadamente 37°C no município.
O forte calor foi mencionado nas informações iniciais como uma possível condição que pode ter contribuído para o mal-estar apresentado pelo homem.
No entanto, não existe confirmação de que o calor tenha causado a parada cardiorrespiratória. Da mesma forma, o consumo de bebida alcoólica relatado por testemunhas não pode ser apontado, neste momento, como causa da morte.
A definição depende da avaliação médica e dos exames realizados após o óbito.
Após a confirmação da morte, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os procedimentos necessários no local.
O corpo foi posteriormente removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Exames deverão ajudar a esclarecer a causa da morte e verificar se havia alguma condição médica associada ao mal súbito.
A Polícia Civil também recebeu o registro da ocorrência e deverá acompanhar o caso.
Até o momento, não há indicação pública de que a morte tenha ocorrido em circunstâncias criminosas.
Apesar dos relatos sobre os últimos dias e do mal-estar apresentado antes da queda, ainda não existe uma conclusão oficial sobre o que provocou a parada cardiorrespiratória.
O caso foi inicialmente registrado como uma morte após mal súbito, e os exames periciais deverão fornecer informações mais precisas sobre a causa.
Agdo era morador da região do Carrapatinho e, segundo relatos obtidos pelas autoridades, vinha sendo visto nos arredores de um estabelecimento comercial nos dias que antecederam o episódio.
A Polícia Civil deverá aguardar os resultados dos exames para avaliar se será necessário algum procedimento adicional.